Os primeiros super carros da historia do automóvel

Quais são os requisitos para um super carro? Hoje em dia, terá que ser grandes, cara de mau e  veloz: estas características definem um super carro. O facto de fazeres dos 0 a 100 em menos de quatro segundos e superar os 300 km/h com uma estabilidade digna de um protótipo Le Mans, já faz deles super carros, Zonda, Veyron, Ferrari's, Lambos são apenas alguns os nomes mais importantes. E no passado quem eram os valentões do asfalto?

Blitzen Benz (1909)
O seu aspecto quase que parece a frente de um tractor, e aquelas rodas tão finas? Como é que conceguia ser um dos mais rápidos?
O Blitzen “Relâmpago” Benz da Benz & Cie. (que mais tarde se uniria à Mercedes para formar a Mercedes-Benz) deteve o recorde de velocidade máxima em terra com 228,1 km/h entre 1909 e 1919. Era duas vezes mais rápido que um avião da época.

Fiat Mefistofele (1923)

Simplesmente único, com um motor de 21,7 litros e 320 cavalos, criado para quebrar recordes, foi de baptizado de “Mefistofele”.
A força do seis cilindros aeronáutico da Fiat não ia para as rodas traseiras por um eixo, e sim por uma bendita corrente. Eles conseguiram fazer uma coisa destas alcançar os 234,97 km/h em 1924, se tornando a coisa mais rápida á face do planeta. Loucos...

Auburn Boattail Speedster 1935
O Auburn Speedsters não era o mais rápido, mas é um Super carro. Era extremamente difícil de conduzir, e nem sequer era muito conhecido. Era apenas um " poser" um americano que desfilava pelas avenidas e fazia virar cabeças. 
Era uma espécie de barco com rodas, mas á que admitir que têm muita presença, quem não queria um? 

Bugatti 57SC (1938)
Este Bugatti é dos verdes anos em que a marca fazia desportivos desportivos luxuosos, como ninguém. Só depois é que veio a VW e fez da Bugatti o que hoje conhecemos, uma espécie de laboratório. 
Era um carro extremamente rápido para aquela época. O S indicava que o carro era mais baixo que o normal, e o C indicava a presença de um supercharger no motor. O oito cilindros 3.3 produzia mais de 200 cavalos, e combinado com um chassi nervoso à altura, foi o maior desportivo de seu tempo.

O que os tornavam tão espectacular não era propriamente  a potência, era o estilo. Mas em havia muito a evoluir; era preciso drenar o oleo, aquece-lo e voltar a coloca-lo no carro em dias de frio. 
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Só depois é que vieram o Mercedes 300Sl (asas de gaivota) e Lamborguini Miura. 

Motor Colado, o que é ?


Todos nós já ouvimos na gíria automóvel o termo "motor colado" .
Sabemos também, que quando isso se diz algo correu mal, mas o que realmente significa essa expressão? O que houve para que o motor "colasse" ?

Primeiro temos que saber que o termo motor colado se pode aplicar a motas e a carros, sendo que nas motos, nomeadamente em modelos mais antigos, de competição mal preparadas é mais comum.
O motor colado, como habitualmente se diz, é a fusão do pistão com o cilindro, normalmente devido a altas temperaturas.

Para evitar que isso aconteça têm que haver sempre óleo de boa qualidade, e o liquido do radiador. Nas motos muitas vezes acontecia, devido por vezes a fraca mistura, e o mau funcionamento do radiador.

Curiosidade: Muitas motos sempre que o pistão "cola" a roda de trás pode mesmo entrar em travamento, sendo que, para aqueles indivíduos que gostam de conduzir sem mãos ou apenas com uma mão, espera-os uma estadia no hospital, sendo que o facto de segurar o volante com as duas mãos será sempre mais seguro.

Já nos automóveis, acontece a mesma coisa, apesar de menos frequência nos motores modernos.
Mas quando acontece, é normalmente por aquecimento e os segmentos sofrem, bem como outros componentes. Praticamente tudo o que é móvel e directamente ligado à cambota tem que ser revisto.
Nos automóveis clássicos muitas vezes o motor colava ainda que com alguma raridade - isso acontecia pelo facto de estarem parados durante muito tempo e não por estarem irremediavelmente danificados.
Quando o motor colava por falta de funcionamento ainda se podia salvar. Quando acontece que o motor cola por falta lubrificação, o motor terá que ser aberto, proceder á retirada dos êmbolos, muitas vezes não há mesmo salvação.

Alguns elementos mais marcantes do design automóvel

A mesma capacidade que você têm para reconhecer os rostos de pessoas, também é usada para reconhecer características dos automóveis.
Muitos automóveis são autênticas peças de arte com rodas, algumas marcas tentam manter a sua personalidade com pormenores que jamais abandonaram.

Estrela de três pontas da Mercedes-Benz


Poucas coisas simbolizam riqueza e poder como o logotipo da Mercedes, orgulhosamente exibido no nariz de todo um grande carro da marca Alemã. As estrelas sobre o capô parecem uma mira apontada para pobres pedestres. Quem é que nunca teve a curiosidade de tocar numa estrela Mercedes?

Lanternas circulares duplas

Sempre que se aproximar de quatro luzes vermelhas á noite, saiba desde logo que se trata de um carro rápido. Elas são um elemento genérico que inspira desportivismo e tradição, um pormenor clássico que jamais deixará de estar na moda.
O Nissan Skyline é fácil de identificar á noite, através destes círculos vermelhos.


Grade frontal  Rolls-Royce

 A Rolls-Royce sempre se manteve fiel á sua grade frontal, desde a sua criação até aos dias de hoje.
Apesar de não ser algo muito aerodinâmico, a Rolls é conhecida por este pormenor. Uma autêntica senhora da burguesia, que desfila pelas ruas, sem nunca perder a class e o primor.
Ainda hoje os primeiros Rolls são autênticos e extremamente bonitos.

Portas asa-de-gaivota

Muitas pessoas dizem que é não é pratico a maneira como as portas abrem. Mas a verdade é que é um pormenor exótico, espectacular. Ja se imaginaram a sair de smoking num Mercedes Sl ? Algo que fica registado para sempre na memória de quem quer que seja.

Porsche 911

O estilo conservador ao longo dos anos, foi uma das formulas de eternizar este modelo 911. A sua silhueta assim como as linhas serão eternas, o Porsche 911 foi, é e será sempre uma lenda no mundo automóvel.

Duplo Rim BMW

Sempre presente desde sempre no design da marca bávara. O duplo rim fazem a frente dos BMW ter uma cara de que exprime maldade, agressividade.

Rabo de Peixe

Este foi um pormenor símbolo dos carros americanos. O rabo-de-peixe do Cadillac 1959, com detalhes cromados e reluzentes, são um verdadeiro ícone.
A Cadillac inspiraram-se nos aviões, como uma espécie de visão futurista.
 Com proporções épicas. É impossível vê-las pessoalmente e não admirá-las.

Por POR - RAPHAEL ORLOVE E LEONARDO CONTESINI - 18 
Para Jalopnik Brasil
Adaptação: Ricardo.R

Giulia o carro que irá salvar a Alfa Romeo


Os amantes da Alfa esperam pela marca há mais de uma década. O Alfa Romeo Giulia está quase ai a chegar e os alemães que se cuidem.
 "Deixe-me dizer-lhe que entendo perfeitamente o desapontamento dos fãs da Alfa, temos vindo a melhorar muito na Alfa Romeo, mas o novo carro têm que ser perfeito, se não for, não sai para o mercado. Agora já esta mais descansado? "
Responsável pela ressurreição da Alfa Romeo - Sergio Marchionne

A Alfa Romeo é uma marca que toda a gente adora, mas nem todos a compram. Desde o inicio deste novo milénio, a Alfa Romeo perde na corrida do mercado de automóveis - mas em 2014 o caso irá mudar de figura, o Giulia está quase ai a estourar . Apesar de sair para o mercado com dois anos de atraso, pela incerteza da economia mundial e pela busca da perfeição de Marchione.
O Mito e o Giulietta derão deram a entender que a Alfa está de volta, aumentando as suas vendas na Europa cerca de 30% , o Giulia irá ser lançado não só no vellho continente como também na América, com uma estimativa de 400 mil unidades vendidas.
"Foi a nossa melhor jogada, para trazer de volta a Alfa Romeo para os Estados Unidos" afirma Marchionde, numa entrevista exclusiva de 90 minutos á revista CAR.

"Temos bons produtos, certo?iremos ter carros em todos os segmentos, e um SUV entrará conserteza na linha de produção"
Os desportivos da marca italiana tomarão o mundo de assalto, o 4C com motor entre eixos e tracção traseira, mas a principal arma, será o Giulia que será o substituto do 159, será rival do BMW serie 3 e Audi A4. A alguns meses do lançamento os ultimo retoques serão cessados em breve. Marchionne afirmou que o design do novo Giulia terá que cumprir a tradição da Alfa, terá que deslumbrar os fãs e atrair os críticos.
Esperamos por um sedã de quatro portas, com linhas desportivas, com muito carácter e claro com aqueles retoques que só a Alfa sabe fazer.

O Giulia terá uma estrutura designada "Compact Wide" , uma versão melhorada e modernizada da estrutura do Giulietta, que promete trazer melhorias na condução e conforto. Terá jantes de 17, 18 e 19 polegadas, direcção eléctrica assistida. A tracção será dianteira e total especificamente para as regiões mais frias da América. Marchionne afirma que será uma boa concorrente do sistema Audi quattro, diz ter sido possuidor de um BMW M5 e de um Audi RS6 e diz que preferiu habilidade do Audi. "Existem algumas limitações com a tracção dianteira, parte delas relacionadas com a posição do eixo dianteiro" admite " teremos de viver com as distancias entre o eixo dianteiro, achamos que poderemos lidar bem com isso, no entanto o desempenho e a distribuição de peso serão melhorados"

O peso! pois, o Brera tinha sérios problemas de obesidade, mas a nova plataforma que utiliza aços de alta resistência e alumínio, fará o Giulia um carro extremamente rígido e com baixo peso."Desta vez sabíamos que não poderíamos construir um carro com mais de 400kg, em comparação com os nossos rivais, como aconteceu no passado" afirma Marchionne.
Marchionne foi também obsessivo com a linha do motor "trabalhamos arduamente para fazer um motor e uma caixa de velocidades que será uma obra de arte. Não poderíamos simplesmente, pegar num motor de um Fiat e coloca-lo e dizer: isto é um Alfa"
A fiat criou um novo departamentos para o fabrico de motores, só para Alfa Romeo e Maserati. "estas marcas precisam de motores extremamente exclusivos" - afirma entusiamado

Este novo bloco 1750TBi, turbinado com injecção directa será o importante motor do Giulia.Será de quatro cilindros, 20 kg mais leve, totalmente em alumínio. Nas versoes a gasolina haverá 3 receitas; 200, 250 e 300 cavalos de potência, depois existem também planos ambiciosos para os motores diesel, 1.6 e 2.0.
Nos últimos tempos a Alfa tem resistido aos sistemas de apoio á condução, mas o Giulia irá começar a inverter esta tendência, sistemas de travagem que actuam de forma independente em cidade, tal como a Volvo, avisos nos pontos cegos dos retrovisores etc.
O Giulia será o primeiro Alfa a ser montado nos EUA numa fabrica da Crysler adquirida pela Fiat na derrocada de Detroit, a Alfa Romeo lançará também uma versão GTA que irá rivalizar com o BMW M3, Audi RS4.

O Giulia está quase ai e promete rivalizar com os grandes alemães, estaremos cá para ver se será um carro perfeito como diz Marchionne. Os lemas da Alfa Romeo eram Motor, visual e dinâmica, esperemos que isso esteja presente, tudo indica que sim.
Avé Alfa

infor retirada: revista CAR

Porsche 911 - Uma lenda sobre rodas


Após 50 anos o 911 é o coração da marca Alemã Porsche, poucos automóveis podem reclamar uma tradição tão longa, e poucos foram os que conseguiram reunir uma tão entusiasta legião de fãs. O 911 é sem duvida um modelo que serviu de inspiração a outros modelos da marca, Cayenne e Panamera são dois dos modelos que carregam alguma filosofia do 911.

Foi em 1963 que o mito nasceu.
Apresentação do projecto inicial chamava-se apenas "901", teve lugar em 1963 no Salão automóvel de Frankfurt. Passado um ano saiu para mercado oficialmente com nome oficial de 911.
Em meio século de vida, foram produzidos 820 mil unidades do 911, fazendo dele o melhor carro sport do mundo. Como nenhum outro modelo o 911 foi um dos primeiro automóveis a de caracter desportivo mas que poderia ser utilizado nas funcionalidades praticas do dia-a-dia.

A primeira versão possuía um motor boxer refrigerado a ar, seis cilindros, 130cv que lhe permitia alcançar 210 km/h. Dois anos mais tarde saia para o mercado o 911S , sendo esta uma versão mais potente.
Sucessor do Porsche 356 o 911 conquistou de imediato os corações dos adeptos do desporto automóvel desde o seu lançamento.


A primeira renovação teve lugar 10 anos depois, era denominado como serie G, caracterizou-se por ser a série que mais tempo esteve para ser fabricada. Contudo o 911 foi um automóvel que ao longo do tempo foi sempre regenerando, pelo facto de conter sempre presente o espírito "911" ao longo das suas sete versões e durante 50 anos. Ao longo de cada renovação os engenheiros da Porsche reinventaram o modelo, provando o seu poder inovador. Inovação mas sempre preservando as suas raízes, tradição foi sempre aceite pelo mercado e de outra forma não poderia ser.

As suas linhas clássicas são exclusivas deste modelo, mas que sempre se distinguiu pelo seu avanço tecnológico, muitas dessas ideias foram desenvolvidas nas verdadeiras pistas corrida, que foram verdadeiros laboratórios de testes, desde os raids no deserto ao Paris-Dakar, passando pelas provas de resistência como Le mans, Formula 1 e circuitos Gt.

1963-1964 "901" Nascimento da Lenda

12 de Setembro de 1963 de amarelo garrido no salão Automóvel de Frankfurt nasce a lenda. Typ 901 era assim designado, o modelo que iria substituir o emblemático 356. Não faltaram elogios, mas também não faltavam criticas, dizendo que era não era adequado a condutores de destreza mediana. A verdade é que foi depois desse dia que o se viria a chamar 911, despertou muitas paixões pelo mundo e ficou conhecido como o carro do século.

Saiu também o designado 912 de quatro cilindros, lançado em 1965, foi feito a pensar nos condutores que gostam de conduzir mais tranquilamente. Dois anos depois, em 1966, a Porsche apresentou o 911 S, que atingia os 160 cv.. O 911 Targa, com a barra estabilizadora de aço inoxidável que o caracterizava, estreou-se no final de 1966 e tornou-se no primeiro cabriolet seguro do mundo.
O 911 Carrera RS 2.7, construído em 1972, com 210 cv de potência e um peso inferior a 1.000 kg, continua a ser a quintessência do automóvel de sonho. A sua inconfundível "cauda de pato" foi o primeiro spoiler traseiro do mundo num veículo de série.


Modelo G 1973

O "modelo G" foi produzido entre 1973 e 1989: uma longevidade superior à de qualquer outra geração do 911.
Entre as suas características estavam os pára-choques equipados com foles, que eram indispensáveis tecnicamente para satisfazer as mais recentes e rígidas normas de testes de colisão nos Estados Unidos. A segurança dos ocupantes aumentou ainda mais com a introdução de cintos de segurança de três pontos de série e também através dos bancos com apoios de cabeça incorporados.



Em 1974 foi apresentado o primeiro 911 Turbo com motor de 3 litros que desenvolvia 260 cv e com um spoiler traseiro enorme. O Turbo tornou-se sinónimo da mística da Porsche. O salto seguinte de desempenho veio em 1977 com o 911 Turbo 3.3 equipado com intercooler. Desenvolvia 300 cv, era o melhor da sua categoria. Em 1983, o 911 Carrera chegou o 3,2 litros e 231 cv, tornou-se um item favorito dos coleccionadores.







Modelo Clássico - tipo 964 (1988)

Quando muitas pessoas começaram a temer que o fim de uma era podia estar a chegar, a Porsche lançou o 911 Carrera 4 (964) em 1988. Após se manter inalterado durante quinze anos, o 911 foi sujeito a uma renovação radical, com 85% de peças novas, o que permitiu à Porsche passar a ter um veículo moderno e sustentável.

O novo modelo foi desenhado para cativar novos condutores e manter os fieis amantes. As suas caracteristicas não eram apenas o desempenho desportivo, o conforto foi levado a sério. Por isso veio com ABS, Tiptronic, direção hidráulica e um chassi completamente redesenhado.

Um membro revolucionário da nova linha 911 foi, desde o começo, o modelo Carrera 4 com tração integral. Além das versões Carrera Coupé, Cabriolet e Targa, a partir de 1990 os clientes também podiam pedir o 964 Turbo. Inicialmente movido por um motor boxer de 3,3 litros, em 1992 o Turbo foi actualizado para um de 3,6 litros e 360 cv. Hoje, 964 Carrera RS, 911 Turbo S, e 911 Carrera 2 Speedster são carros particularmente visados por coleccionadores.

993 (1993): o último modelo refrigerado a ar

O 911 com número interno de projecto “993″ é até hoje o verdadeiro amor de muitos dos fãs de Porsche. O 993 rapidamente adquiriu reputação devido à excepcional fiabilidade e prazer de condução. Era também ágil, já que foi o primeiro 911 a ter um chassi em alumínio totalmente novo. A versão turbo foi a primeira a ter motor biturbo, assegurando os mais baixos níveis de emissões  num motor de carro de série, fazendo dele o automóvel de topo mais limpo e ecológico do mundo em 1995.

O Porsche 911 GT2 visou ser a mais pura essência de um carro desportivo. O teto de vidro com accionamento eléctrico, que deslizava até se alojar sob a janela traseira, foi uma das inovações do 911 Targa. Mas este modelo em particular é um dos mais amados pelos fãs da marca, devido a ser o último 911 com motor refrigerado a ar.

996 (1997): O primeiro refrigerado a água

O 996, produzido de 1997 a 2005, representou o maior ponto de inflexão da história do 911. Ele preservou todo o carácter de sua herança clássica, mas era um carro totalmente novo. Esta geração foi a primeira a ser movida por um motor boxer refrigerado a água. Graças às quatro válvulas por cilindro, chegou a 300 cv e estabeleceu novos padrões em termos de redução de emissões, ruídos e consumo de combustível.
 A imagem de marca deste automóvel eram os seus faróis dianteiros com luzes indicadoras de mudança de direcção integradas. Esta foi uma opção polémica, para os fãs da marca. Os condutores puderam desfrutar de um interior completamente novo.

 O 911 GT3 tornou-se um dos destaques da linha em 1999, mantendo viva a tradição do 911 Carrera RS. O 911 GT2, foi o primeiro carro equipado de série com travões de cerâmica, chegou ao mercado em 2000 e trouxe consigo a aura dos carros desportivos levada ao limite.

997 (2004): clássico e moderno

Em Julho de 2004, a Porsche revelou a nova geração das versões 911 Carrera e 911 Carrera S, identificadas internamente como “997″. Os faróis voltaram a ser como os primeiros Porsches eram, de formato ligeiramente oval, representaram um retorno visual aos modelos 911 mais antigos – mas o “997″ oferecia muito mais que apenas estilo.

Era um carro de alto desempenho, com motor boxer de 3,6 litros com 325 cv de potência, enquanto o novo motor de 3,8 litros do 911 Carrera S entregava incríveis 355 cv.
Em 2006, a Porsche lançou o 911 Turbo, primeiro automóvel de produção com motor a gasolina a possuir turbocompressor com turbinas de geometria variável. Uma actualização do modelo foi feita em 2008, tornando o “997″ ainda mais eficiente graças à introdução de injeção directa de combustível e embraiagem com discos duplos.

 Nunca antes o 911 teve tantas versões à disposição do cliente, adequando-se praticamente à preferência individual dos compradores. As variações de Carrera, Targa, Cabriolet, tração traseira ou integral, Turbo, GTS, séries especiais e edições de rua dos carros de corrida GT resultaram em 24 versões diferentes.

991 (2011): refinado pela experiência, a maturidade

Este carro, conhecido internamente como “991″, representa o maior salto técnico na evolução do 911. Depois de marcar o ritmo na sua classe há várias décadas, a nova geração do 911 elevou ainda mais a fasquia ao nível da performance e eficiência. Uma suspensão completamente nova com maior distância entre os eixos, sulcos mais largos, pneus maiores e um interior optimizado em termos ergonómicos: tudo isto resulta numa experiência de condução ainda mais desportiva e confortável.

O design do 991 também foi muito elogiado pela crítica. Com a sua silhueta plana e alongada, contornos entusiasmantes e detalhes pensados com precisão, a sétima geração do Porsche 911 Carrera é inconfundivelmente um 911, que conseguiu uma vez mais redefinir o padrão de design automóvel.


Ferry Porsche filho do fundador da marca, foi quem melhor descreveu a filosofia da Porsche e qualidades únicas do 911; "Unico carro que tanto podemos conduzir num safari Africano ou num circuito Le mans, como a caminho do Teatro nas ruas de Nova Iorque"

Ser proprietário de um automóvel Porsche é experimentar o espírito da união entre homem e uma maquina.

Rikardo Ramos
Alguma Info foi retirada: 
http://www.porsche.com/microsite/50years-911/brazil.aspx?ws=1