Nuno Caetano, um português em Isle of Man

Fonte: http://autosport.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=as.stories/122716

A entrevista foi realizada há um ano, mas continua atual, pois Nuno Caetano é novamente o único português a ‘aventurar-se’ na Ilha de Man e as suas frases fortes não mudaram: “É bom ainda haver lugares onde se pode exercer a liberdade de tomar riscos!". É sob este mote que Nuno Caetano explica a atração pelo Tourist Trophy da Ilha do Man, uma das mais famosas provas de motociclismo do mundo onde a coragem e a perícia são vitais para a… sobrevivência!

A Tourist Trophy na Ilha do Man é a prova mais ‘apetecida’, mas também e para muitos a mais perigosa do mundo, em termos de motociclismo. Todos os anos, a pequena Ilha de Man, de 572 quilómetros quadrados, situada no Mar da Irlanda, (entre Inglaterra e a Irlanda do Norte), fica lotada por pilotos e aficionados que se juntam para ver as motas a acelerarem nas estradas da ilha, nalguns locais a mais de 300 km/h! Nuno Caetano volta a ser este ano, o único português a competir na mítica prova, tendo-se classificado no passado, por quatro vezes, com classificações entre o 33ª e o 43º lugar. Posições que o próprio, reconhece serem modestas, mas que se explicam, segundo Nuno Caetano, pelo facto de estar a competir com a nata do motociclismo de estrada.

Que balanço fazes da tua participação na edição do ano passado do TT Ilha de Man?
Positivo. Qualifiquei-me facilmente para todas as corridas e melhorei consideravelmente os meus tempos por volta. Desportivamente, os resultados absolutos são relativamente modestos, mas tenho de ser realista e ter em mente que estou a competir com a nata do 'road racing' internacional, muitos deles profissionais e com estruturas e maquinaria muito mais competitivas. O TT demora pelo menos três anos a aprender. Este foi o meu segundo ano, por isso há tempo para melhorar.

É dos poucos portugueses que já participou nesta prova. O que é que o fascina na Ilha de Man?
A prova é única. Cada volta soma mais de 60 quilómetros, atingem-se velocidades de 300 quilómetros por hora e médias, por volta, acima dos 200 quilómetros por hora. Tudo isto em estradas secundárias e de montanha. Não há mais lugar nenhum no mundo em que se possa fazer isto!

Um documentário francês diz que o TT é, acima de tudo, uma questão filosófica, no sentido de ser contra-corrente, de contrariar tendências e convenções e ser um dos maiores desafios desportivos aos limites da resistência humana. Concorda?
Concordo, em parte. O mundo atual está cada vez mais hermético e obcecado com a segurança em todas as suas formas. É bom ainda haver lugares como a Ilha de Man e provas como o TT, onde se pode exercer a liberdade de tomar riscos. Por outro lado, resisto sempre a tirar grandes implicações filosóficas do que, no fundo, é um conjunto de pessoas a andar depressa de mota.

Como se explica o fascínio pelas ‘road races’? É nas corridas de estrada que está a essência mais pura, a alma do motociclismo?
Houve um piloto que resumiu bem esta questão, dizendo que, se as corridas de pista são como o montanhismo, as de estrada são como o montanhismo, mas sem corda. O grau de perigo, obviamente, é maior, o que faz com que as sensações que daí se retiram, eventualmente, também o sejam. Isto não é, de todo, linear, cabendo a cada um escolher o nível de risco que está disposto a assumir. Para muitos, a pista chega. Para mim, não!

O TT é extremamente perigoso, com um número elevado de acidentes mortais. A Cadena Ser entrevistava o espanhol António Maeso (antes do acidente que o atirou para o hospital de Liverpool, em estado muito grave) e fazia uma pergunta que impressionou: como é participar numa competição em que a probabilidade de chegar ao fim sem vida é de 3%?
Não se pode pensar nas coisas dessa forma. Rodam-se milhares de quilómetros de corrida sem que haja um único acidente. Se formos a ver, a probabilidade de morrer de ataque de coração é de 20%, de cancro 16.67%, etc.. Não quero com isto dizer que não é uma atividade de alto risco, porque o é. Daí que, para aqui se andar com segurança, é preciso uma combinação de experiência, preparação e, sobretudo, muito bom senso em cima da mota.

Como descreve o ambiente que se vive em torno da prova? É verdade que os locais acolhem em suas casas pilotos e espectadores numa atmosfera ímpar?
A Ilha de Man é, sem dúvida, um lugar especial, também nesse sentido. Os locais são ímpares e incansáveis a receber turistas e visitantes. A ilha está habituada a ficar, durante o TT, literalmente a ‘rebentar pelas costuras’. A oferta hoteleira não é suficiente. Logo, são os particulares a prontificarem-se a resolver o problema.

Outra das características é a importância da rádio na prova. Com um circuito de mais de 60 quilómetros, não há transmissão televisiva. São aos milhares os espectadores com transistores...
Há duas razões para isso. Em primeiro lugar, há um grande respeito pela tradição e as corridas sempre foram transmitidas pela rádio. Em segundo lugar, tecnicamente, não é fácil seguir em direto e pela televisão uma prova cuja volta mede 60 quilómetros. Eventualmente, de helicóptero seria possível, mas a perspetiva não seria a melhor. Eventualmente, passaremos a ter o TT em direto e em HD. É apenas uma questão de tempo.

Como descreve o circuito? Dizem que é parecido com o antigo Vila Real (aliás, Vila Real já fez parte do campeonato TT e o mítico Joey Dunlop correu na Princesa do Corgo no início da década de 80). Como é que o memoriza?
Infelizmente, nunca rodei em Vila Real, pelo que não posso comparar. O circuito, muito resumidamente, é uma ida da capital, Douglas, até Ramsay, do outro lado da ilha, pelo meio da floresta, com retorno pela estrada de montanha. Os lisboetas podem imaginar uma ida pela serra de Sintra, com regresso pelo Cabo da Roca. Eu, no primeiro ano que cá vim, fiz umas 40 ou 50 voltas de carro, entremeadas com visionamento de vídeos onboard e voltas na Playstation. Parece básico, mas ajuda mesmo.

Na sua moto (vermelha e verde) tem a inscrição ‘Visit Portugal’. Não tendo nenhum apoio oficial, porque o faz?
Carolice. Corro com licença portuguesa por opção própria, apesar de não ser a solução mais fácil para o meu tipo de provas, e tenho orgulho de ver a bandeira nacional hasteada pela minha presença nos eventos em que participo. A mota acaba por ser muito fotografada e, já que não posso andar com uma bandeira pendurada, ando com o lema 'Visit Portugal' para chamar atenção para o nosso país.





As chaves automoveis com mais "personalidade"


A chave de um automovel é um elemento que passa despercebido, quase sempre! A maior parte das pessoas, nunca parou para reparar nela, só a usam quando é preciso dar ingnição e fazer ligar o motor! Nunca pararam para pensar, no charme que uma chave automovel têm?
Uma chave de um Ferrari em cima de uma mesa de um restaurante, faz logo com que o empregado de mesa nos trate de outra forma! Mas você não tem um Ferrari? Pois ... nem eu.

Chaves dos antigos Ferrari

Antes da decada de 90, as chaves dos Ferrari não eram muito requintadas. Eram igual ás chaves de um Fia normal, só que levava estampado o cavalo derrapante em prateado num plastico resistente de cor preta.

A chave do Subaru Impreza WRX STI de 2004

No ano de 2004, o Subaru Impreza WRX STI, fazia-se arrancar com uma chave com um desenho muito simples, muito parecida com um corta-corrente muito usado nos carros de Rally. Mas pouco depois abandonaram o desenho e passaram a usar uma chave com aspeto mais tradicional


Honda NSX

O NSX um dos desportivos mais amados pelos fãs de automoveis, colocava-se em marcha com uma das chaves mais especiais desta lista. Não se deixe iludir com o seu aspeto simples. Esta chave em niquel e cobre uma liga designada monel, um material muito resistente a corrosão e impactos. Uma chave feita para perdurar séculos.


Pagani

A chave do Pagani, é uma chave que mais parece o proprio automovel em ponto pequeno, e ao mesmo tempo é uma pen USB. è fabricada em aliminio, tem a particularidade de trasportar as musicas para todo o lado. A chave que "acende" o poderoso V12.

Porsche 917

Um automovel de competição que se preze, tem de ser leve, e o 917 não era excepeção. Aqueles buracos na chave era prepositados para poupar peso! Outros tempos, em que não existia fibra carbono!

BMW futuro

A chave do futuro da BMW, é mais que uma simples chave! Além de ligar o carro, dá-lhe autonomia de energia e combustivel, horas e mais umas quantas coisas muito geek. Será que as chaves de metal têm os dias contados?

Gumpert Apollo

A chave do Gumpert Apollo custa só 8000 dolares! Dizem que é uma peça de arte!



Qual a sua preferida? 
Tenho a certeza que depois diste post, irá começar a olhar para as chaves de outra forma! Verdade?
Já olhou bem para a sua? não a perca ;)

Jalopnik
adpatação pt: Ricardo Ramos

Os todo terreno mais capazes

Hoje vamos falar-lhe das maquinas todo o terreno mais capazes. Maquinas que nunca o deixaram ficar mal numa das suas aventuras. Todos se destacam pela sua aparência, são monstros do Off road, desde o momento em que saíram da linha de produção, é possível adquirir no mercado de usados, alguns podem ser algo caros. Mas foram criados para percorrer os lugares mais inóspitos do planeta.
Hummer H1

O Hummer foi criado para fins militares, é um dos todo terrenos mais extremos e radicais do mundo. Destaca-se pela sua grande capacidade de carga, excelentes ângulos, altura considerável, e grandes dimensões fazem do Hummer um carro muito apreciado no mercado dos Estados Unidos, com linhas intemporais é sem duvida o melhor amigo para levar para um local difícil.


Toyota Mega Cruiser

Esta foi a resposta da Toyota ao Hummer. Igualmente de grandes dimensões, o que faz destacar o Mega cruiser dos outros é a usa meneabilidade, graça a um sistema de direção ás quatro rodas, as quatro rodas conseguem virar. Mas não procure, apenas foi comercializado no Japão, apenas um exemplar chegou á Europa, mais precisamente para a Alemanha.

Mercedes-Benz class G

Um todo terreno mais ligeiro, mas considerado um dos melhores com capacidade Offroad, graças á sua sólida construção e diferenciais bloqueadores, fazem dele um rei fora de estrada. Claramente nunca passa de moda.

Toyota Land Cruiser 80

O Toyota Land Cruiser 80 é um todo terreno dos mais robustos do mundo. Não se surpreenda que quando perguntar a alguém muito aventureiro qual o melhor do mundo ele diga Land Cruiser. Em Portugal a serie 40 foi bastante usada, pena não lhe terem dado o devido valor. È possível encontra-los no mercado de usados com bastantes quilometros e com o motor a trabalhar com um relógio suisso.

Nissan Patrol

Nissan Patrol é um dos verdadeiros Jipes mais acarinhados pelos aficionados do 4x4. Todas a gerações são muito boas, com grande robustez. Com eixos rigidos e largos e excelente suspensão garantem que não o vão deixar mal no campo.

Land Rover Defender

Não poderia faltar nesta lista o Defender, talvez seja o britanico mais famoso em todo o mundo. Escolhido como transporte favorito por grandes exploradores a marca assegura que hoje mais de 60% das unidades fabricadas até á data, ainda circulam e dão cartas no mundo do todo terreno.


Jeep Wrangler Rubicon

Estamos provavelmente a falar do todo terreno mais extrema da actualidade, presente no mercado actual. Com uma caixa redutora com relações especialmente curtas, eixos reforçados, barra estabilizadora dianteira, bloqueios de diferencial, excelente ângulos de ataque e saída.

Os logotipos automovel mais "agradaveis á vista"


Esta lista foi elaborada pela 99designs, uma pagina especializada em desenho gráfico, que conta com a colaboração de mais de 250.000 profissionais da área. Os logotipos foram escolhidos do ponto de vista do desenho gráfico, originalidade, historia.

10- Toyota


Toyota é um dos maiores fabricantes de automóveis do mundo, o seu logotipo foi desenhado para refletir simplicidade e fiabilidade, característica típica dos seus automóveis.

9- BMW

O simbolo da BMW representa a elegância e o poder. Inicialmente era uma construtora de motores para aviões, também representa a hélice de um avião em pleno movimento.

8- lamborghini

O logotipo da Lamborguini tem um touro como símbolo da marca. Na verdade o criador da marca, adorava touradas e como eterno rival da Ferrari diz-se que colocou também um animal. Tanto que Aventador, Gallardo, Diablo etc são todos nomes de Touros. No entanto de uma forma geral o logotipo representa a força, diversão e poder.

7- Ferrari

Um dos logotipos mais reconhecido do mundo o logo da Ferrari, representa a força e poder. O cabalo derrapante, de fundo amarelo é algo que sobressai sobre o fundo vermelho característicos das maquinas pujantes da Ferrari.

6 - Subaru

O logotipo da Subaru contém estrelas que refletem a união e unidade. Subaru é o nome japonês para o conjunto de estrelas conhecidas como Pleyades, sendo que em 1953 5 empresas uniram-se para formar a Fujy Heavy Industries.

5 - Cadillac

O logotipo da Cadillac representa a nobreza, classe e a força. Apesar de ter evoluido muito ao longo da historia representa o escudo de Antoine de la Mothe Laumet, o explorador francês que fundou a cidade de Detroit em 1701.

4 - Rover


A Rover recorreu a imagem de um barco Viking. O nome Rover significa explorador, os rovers foram os um povo notório ao longo da história. No entanto a Rover declarou falência, mas foi durante muitos anos uma das marcas reconhecidas na Europa.

3 - Volvo


Foi  Karl-Erik Forsberg que desenhou o logotipo da Volvo. Segundo a 99designs, transmite robustez e força. Um símbolo que já gerou muita controversa ao longo da historia da Volvo, houve inclusive protestos femininos por acharem que a Volvo é uma marca demasiado masculina.

2 - Abarth

O escorpião presente no logotipo da Abarth é o símbolo do zodíaco do fundador da marca, Carlo Abarth, mas são também as cores que atraem atenção das pessoas, que representam a Victoria e a força. Sem duvida um dos símbolos com mais tradição na competição.

1 - Mercedes - Benz

Segundo a 99designs, o logotipo da Mercedes-Benz é um simbolo mundial de qualidade. Representa ambição dos fundadores da marca que tinham como lema "o melhor ou nada". Um dos logos mais bem vistos e reconhecidos do mundo.

Na minha opinião penso que a malta da 99designs, se esqueceram do logotipo da Alfa Romeo


Créditos: http://periodismodelmotor.com
Adaptação texto: Ricardo Ramos

Honda S2000


Em tempo de crise, toda a gente irá aconselhar a compra de um carro familiar, pratico, com espaço suficiente para todos e nunca na vida um descapotável.Resolvi escrever este texto, porque o S2000 é um dos meus carros de sonho e sendo eu um rapaz de emoções fortes e se a carteira assim o permitisse, nem pensava duas vezes.
Na verdade um roadster nunca foi indiferente a ninguém, toda a gente gostaria de ter um, seja para fazer um passei tranquilo num dia mais solarengo, ou seja para aliviar o stress numa estrada com mais curvas. Podem passar anos e anos, mas um descaputavel sempre irá fazer virar cabeças, no caso do S2000, as suas linhas intemporais reforçam ainda mais o que acabei de escrever. Quem não conheça o S2000 nunca irá dizer que é um carro de 99.



Este Honda em particular, não é um carro para toda a gente, é um carro feito com paixão, criado para puristas, se você esta habituado a ajudas eletrônicas este carro não é para sí, é barulhenta, nervoso, demasiado crú, ou seja, nada luxuoso. O motor atmosférico VTEC de quatro cilindros, com 2,0 litros e 240 cv, capaz de atingir 9000 rpm, que foi durante muito tempo o carro com maior rendimento específico do mundo de 120 cv por litro, que só foi batido uma década depois pelo Ferrari F458 Italia.
Mesmo para um "pequeno" 2.0, conseguia ombrear com o Nissan 350Z de 280 cv do 3.5 V6 da família de motores VQ da Nissan.
Dos 0 aos100 km/h em 6,2 segundos e com uma velocidade máxima de 241 km/h eram valores respeitáveis, mas mais do que os números era a forma como alcançava estas prestações. As 9000 rotações por minuto ainda hoje atraem muitos fãs da marca, e o seu carisma dão-lhe um lugar de destaque no mundo automóvel.

Apresentava uma configuração com motor central, uma vez que o motor encontra-se recuado em relação ao eixo dianteiro, e a respectiva tração traseira. Este motor encontra-se acoplado a uma transmissão manual de seis velocidades e conta com a ajudar de um diferencial autoblocante com o propósito de melhorar a tracção.
Distribuição de peso (ideal) de 50:50 ajudado pelo capô em alumínio, um chassi com configuração X-bone, que segundo a marca permite uma maior rigidez, e mais protecção para os ocupantes em caso de embate.

Os primeiros comercializados desde 1999 ficaram conhecidos como AP1 e os segundos comercializados a partir de 2003 por AP2. A comercialização do Honda S2000 terminou em Julho de 2009, e a marca atenta à crise mundial, entendeu que não voltaria a construir um modelo com estas características.
Depois da segunda geração houve algumas séries especiais como algumas alterações e características diferentes, caso da versão Club Racer lançada em 2007 para o mercado Norte-Americano, ou da mesma versão mas desta feita para o mercado Japonês a que lhe deram o nome de Type S. Eram versões mais radicais, para um uso mais exclusivo em pista.
Por fim a marca japonesa lançou em 2009 a versão final deste modelo no mercado europeu, o S2000 Ultimate Edition, que trazia um hard-top de origem, um interior com duas tonalidades (vermelho e preto) e outras jantes especiais.


A qualidade construção exibe algum plástico,mas a montagem em sí não merece criticas de maior. O tablier e a consola central exibem revestimentos em pele, mas não está isento de ruídos parasitas.No que toca á segurança sendo um carro já com alguma idade, claro que hoje em dia é muito imaturo nesse aspecto. Ainda assim os arcos de segurança atrás dos encostos de cabeça e o reforço da moldura do pára-brisas aumentam a segurança em caso de capotamento, algo que não estamos nada interessados em experimentar...


 A condução como já referi vai agradar principalmente aos mais entusiastas da condução desportiva, extremamente puro. Como manda um desportivo, é possível levar as pernas esticadas. Apesar de também existir um pequeno pára-vento em zona idêntica. Com a capota fechada, os ruídos aerodinâmicos chegam a incomodar, o que torna difícil ouvir música a velocidades elevadas.

O S2000 pede um tipo de condução constantemente prudente a quem tem menos expriencia, é um carro que se pode voltar ao dono. O motor parece renascer a partir das 6000 rpm, com uma sonoridade tão estridente como viciante. Com uma boa repartição de massas - o motor está colocado atrás do eixo dianteiro -, o châssis é ágil e as "escapadelas" da traseira são (relativamente) fáceis de controlar, o que proporciona grandes doses de adrenalina. A rigidez estrutural é boa e o autoblocante traseiro contribui para a boa motricidade que este modelo exibe.

Consumos irão depende dos estado de espírito do condutor, lembre-se que este carro foi criado numa altura em que ainda não se olhava ao preço dos combustíveis. Se acorda num daqueles dias em que lhe apetece descarregar todo o stress no pé direito, pode ultrapassar facilmente os 25 l/100 km. Mas se a ideia é passear calmamente (não é fácil...), os números descem para metade, em ambiente urbano. Mas pode contar com uma média ponderada de 11,4 l/100 km.

Conclusão:
O s2000, agrada a todos pela estética, quem disser que é feio claramente não sabe apreciar design automóvel. Mas não se deixe ir pela estética apenas, lembre-se que este carro irá desfazer o penteado da sua mulher e irá ser tão barulhento que irá impedir o seu filho de ouvir a musica do Justin Bieber. Mas se você adora conduzir, se gosta de subir aquela montanha para ir ver o por do sol, este carro é para sí claramente, e orgulhe-se você é alguém purista á moda antiga.

Antes de comprar, veja os nossos conselhos na compra do S2000 aqui

adaptação e texto: Ricardo.R

Fonte: Alguma info retirada de:
- http://www.autoblog.pt/honda-s2000/
- http://sub.automotor.xl.pt/0605/2300.shtm